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quinta-feira, 2 de outubro de 2008

The USA and the big trap. OS EUAN caíram na armadilha....

Não é mesmo? Vejam só:

Simpatizantes da Al Qaeda comemoram "colapso" dos EUA

da BBC Brasil

Simpatizantes da rede terrorista Al Qaeda vêm comemorando a crise financeira nos mercados mundiais como se fosse um "castigo divino".

Em mensagens anônimas postadas em vários sites, internautas afirmam que a crise que começou nos Estados Unidos é conseqüência das políticas americanas no Oriente Médio, consideradas por eles como anti-muçulmanas.

"Os EUA estão entrando em colapso", dizem algumas mensagens.

Internautas especulam que o país deva perder seu posto de superpotência econômica, sugerindo que os gastos militares excessivos no Iraque e no Afeganistão tenham contribuído para a situação.

"Embora as mensagens de jihadistas representem apenas uma minoria pequena e extremista, os EUA são tão impopulares hoje no Oriente Médio que é provável que esses sentimentos sejam compartilhados por muitas pessoas", afirmou o analista da BBC Frank Gardner.

Bin Laden

No passado, a Al Qaeda e organizações alinhadas ideologicamente com a rede já haviam pedido para que interesses econômicos americanos fossem atacados.

"Se a economia americana for destruída, eles vão se tornar muito ocupados para escravizar outros povos", disse em 2001 Osama Bin Laden, considerado o líder mundial da rede e o mentor dos ataques aos EUA de 11 de setembro daquele ano.

Calcula-se que a operação da Al Qaeda contra os prédios do World Trade Center e o Pentágono tenha custado US$ 500 mil e causado um prejuízo de US$ 500 bilhões.

"Cada dólar da Al Qaeda fez os EUA gastarem US$ 1 milhão", teria dito Bin Laden após os ataques.

O ex-agente da CIA e especialista em Al Qaeda Michael Scheuher afirmou que "da mesma mesma forma que Bin Laden viu a Al Qaeda como inspiradora de jihads e não a jihad em si, ele viu que os ataques do grupo não causariam a falência econômica dos EUA, mas poderiam causá-lo se eles piorassem os problemas econômicos americanos".

"Assim, o maior estrago econômico causado pelos ataques de 11 de Setembro foram as guerras no Iraque e no Afeganistão, não os ataques em Manhattan e Washington", disse.

(de http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u451397.shtml)

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Especialistas em segurança nacional criticam legado de Bush no Iraque

Que feio! Provou-se que ele (o sr George W. Bush) é um mentiroso! Vejam em http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u366093.shtml

E agora mais isto:
(de http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u366715.shtml)
Especialistas em segurança nacional criticam legado de Bush no Iraque
da Efe, em Washington

A guerra do Iraque fortaleceu a rede terrorista Al Qaeda e teve impacto negativo no combate ao terrorismo, na economia e na política externa dos Estados Unidos, segundo relatório divulgado nesta quinta-feira pela Rede de Segurança Nacional (NSN), grupo de estudos dedicado a "desenvolver soluções em segurança nacional".

A análise da NSN foi divulgada quatro dias antes de o presidente dos EUA, George W. Bush, pronunciar o último discurso de seu atual mandato sobre o "Estado da União" ao Congresso. Na ocasião, o líder tentará destacar seu legado na luta contra o terrorismo.

O relatório da NSN foi elaborado por um grupo de especialistas em matéria de segurança nacional com afinidade ao Partido Democrata e se baseia tanto em dados oficiais como em notícias de jornais para detalhar o que considera um fracasso da política de Bush no Iraque.

Entre outras queixas, o relatório assinala que o conflito no país árabe, onde já morreram mais de 3.900 soldados americanos, custou aos cofres públicos dos EUA mais de US$ 1 trilhão (cerca de R$ 1,81 trilhão), sem uma melhora previsível na situação vivida pelos iraquianos.

O grupo de especialistas também assegura que o conflito no Iraque deixou os EUA "sem uma bússola estratégica" em lugares como Afeganistão, Paquistão, a América Latina e a África.

O relatório da NSN resume os desafios enfrentados pelo governo Bush na arena internacional, mas não faz recomendações sobre como resolvê-los.