Mostrando postagens com marcador pobres. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pobres. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Tributação imposta aos pobres é injusta.

Olha aí, senhor presidente Lula. Isto precisa ser alterado!

Tributação aos pobres é injusta

O estudo divulgado ontem pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), denominado Receita Pública: Quem Paga e Como se Gasta no Brasil, deixa claro, em números, que os mais pobres são penalizados tanto no pagamento de impostos quanto no retorno destes tributos em serviços e assistência.

Em média, o brasileiro trabalhou 132 dias, no ano passado, para pagar impostos, mas os que recebem até dois salários mínimos (R$ 900) trabalharam 197 dias, enquanto os mais ricos, com 30 mínimos, dedicaram 106 dias.

Mas o retorno dessas cifras em serviços públicos é mais preocupante. Dos 132 dias médios trabalhados ao fisco, 24 foram para pagar os custos da Previdência Social, 7,7 dias a aposentadorias públicas e 20,5 dias para os juros da dívida pública. A saúde recebeu apenas 13 dias, e a educação, 15,7.

Os pobres são penalizados com elevados impostos indiretos sobre os alimentos, vestuário e serviços como telefonia, energia e transporte. A tributação do país, a exemplo do Primeiro Mundo, deveria ser mais direta, com alíquotas maiores a quem ganha mais. O país também deveria tributar mais as fortunas.

(fonte: Diário Catarinense de 01/07/2009 - http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a2564331.xml&template=3916.dwt&edition=12625&section=1328)


segunda-feira, 23 de junho de 2008

Então, do que vocês estã reclamando???

Salário da baixa renda sobe 4 vezes mais que de ricos, indica Ipea

KAREN CAMACHO
Editora-assistente de Dinheiro da Folha Online

Os salários dos trabalhadores de menor renda subiram quatro vezes mais na comparação com os ocupados de renda mais alta, segundo estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) divulgado nesta segunda-feira.

Para a análise, o instituto divide os trabalhadores ocupados em dez faixas, sendo a primeira os 10% com menor renda e, assim por diante, até a última, com os 10% com maiores rendimentos.

Os 10% com menor renda registraram aumento de 21,96% nos salários entre 2003 e 2007, passando de R$ 169,22 mensais para R$ 206,38, em média.

Já os 10% com maior renda registraram ganhos de 4,91%, passando de salário médio de R$ 4.625,74 em 2003 para R$ 4.853,03, no mesmo intervalo.

Dentro desse período, a maior variação da baixa renda foi observada entre 2006 e 2007, quando os salários registraram ganho de 9,4%, na média. No mesmo intervalo, a média de aumento salarial foi de 3,2%, considerando todas as faixas de renda. Já o grupo dos maiores rendimentos registrou aumento de 2,6%, em média.

Índice de Gini

O principal reflexo desse movimento é a redução da desigualdade de renda, com queda no Índice de Gini entre ocupados --indicador de desigualdade de renda (quanto mais perto de 1, mais desigual).

Segundo a pesquisa, o índice era de 0,540 em 2002, considerando apenas os ocupados, e não a renda geral da população, que pode incluir benefícios ou programas sociais. Já em 2007, esse número caiu para 0,509.

Considerando os dados trimestrais, o Índice de Gini registrou queda de 0,543, no quarto trimestre de 2002, para 0,505, no primeiro trimestre de 2008, o que representa uma redução de 7%.

Ainda na análise por trimestre, o índice chegou a seu nível mais baixo com 0,502 no terceiro trimestre de 2007, após a maior queda da série (o índice estava em 0,514 no trimestre anterior).

(de http://tools.folha.com.br/print?site=emcimadahora&url=http%3A%2F%2Fwww1.folha.uol.com.br%2Ffolha%2Fdinheiro%2Fult91u415235.shtml)