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terça-feira, 1 de julho de 2008

Se isso acontecer...

...a coisa vai ficar preta de verdade!

A quanto pode chegar o petróleo? E a comida? E eles são loucos o suficiente para fazer isso...

Pentágono teme que Israel ataque Irã neste ano, diz rede de TV

colaboração para a Folha Online

Oficiais do Departamento da Defesa em Washington disseram temer, em entrevista à rede de TV ABC News, que forças de Israel ataquem as instalações nucleares iranianas até o final deste ano.

Um alto oficial do Pentágono citado pela rede de TV disse que há um "aumento na probabilidade" de que Israel realizar um ataque, segundo o jornal israelense "Haaretz".

A fonte também afirmou temer que o Irã ataque os EUA e Israel como retaliação. De acordo com o oficial, existem dois fatores que motivam um ataque de Israel: a possibilidade material de criar uma bomba atômica e a compra de novos armamentos pelo Irã.

O primeiro deles será obtido quando a usina nuclear de Natanz tiver urânio enriquecido suficiente para criar a bomba, o que os EUA e Israel acreditam que irá ocorrer no final deste ano ou início do próximo.

"O limite de segurança não ocorre quando eles atingirem esse ponto, mas antes", disse o alto oficial. "Nós estamos em uma janela de vulnerabilidade", acrescentou.

Míssil

A segunda ameaça, segundo o oficial, está ligada à aquisição pelo Irã do míssil SA-20, um equipamento de defesa aérea comprado da Rússia. O oficial afirmou que Israel pode querer atacar o Irã antes que o sistema esteja estabelecido e Teerã possa utilizá-lo.

De acordo com a ABC, Washington também acredita que Israel pode fazer o ataque antes da posse do próximo presidente dos EUA, o que ocorre em janeiro de 2009.

"A Força Aérea Israelense já realizou os exercícios básicos para dizer a suas lideranças: 'nós possuímos os fundamentos'. Eles precisam de mais treinamentos e simulações? Sim. Mas eles possuem os fundamentos? Acho que é isso o que foi visto", afirmou o oficial à ABC News.

No mês passado, a Força Aérea israelense sobrevoou o mar Mediterrâneo com equipamentos bélicos, o que foi divulgado pelo jornal americano "New York Times" como uma simulação para um possível ataque ao Irã.

Um oficial do Departamento de Defesa norte-americano afirmou que o exercício não foi uma simulação, "mas um treinamento básico e fundamental" para operações militares contra o Irã.


(de http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u418092.shtml)

terça-feira, 11 de março de 2008

ANÁLISE-Guerras de Bush ajudaram ascensão regional do Irã

Isso deixa a quem contente?


ANÁLISE-Guerras de Bush ajudaram ascensão regional do Irã

ALISTAR LYON - REUTERS
TEERÃ - Cinco anos depois, o Irã pode agradecer os Estados Unidos por derrotarem inimigos regionais de Teerã e involuntariamente ajudar a transformar a República Islâmica numa potência regional.

Primeiro os militares dos EUA derrubaram, no final de 2001, o regime islâmico afegão do Taliban, que também era inimigo do regime xiita de Teerã. Depois, em 2003, a invasão do Iraque pôs fim ao longo governo de Saddam Hussein, arquiinimigo dos iranianos.

"A remoção desses dois regimes sem que fossem sucedidos por Estados poderosos beneficiou enormemente o Irã e abriu a cotoveladas espaço para o Irã espalhar sua influência", disse Vali Nasr, pesquisador-sênior do Conselho de Relações Exteriores, de Washington.

Mas o Irã não pode descartar totalmente uma ação militar norte-americana para destruir suas instalações nucleares, e a economia do país, muito dependente do petróleo, pode se mostrar vulnerável dentro de alguns anos, embora atualmente vá de vento em popa.

Com o colapso do Exército iraquiano, em 2003, o Irã ficou sem um rival militar regional à altura, o que enfraquece o mundo árabe (ao qual Teerã não pertence) e seus governos, majoritariamente sunitas.

A bonança do preço do petróleo também alimenta a sensação de poderio da República Islâmica, e o presidente Mahmoud Ahmadinejad continua desafiando o Ocidente com seu programa nuclear, apesar das sanções impostas pela Organização das Nações Unidas (ONU).

"A cada 24 horas estamos ganhando 270 milhões em moedas fortes, uma quantia mágica", disse o economista iraniano Saeed Leylaz. "O Irã pode transferir os seus petrodólares para comprar lealdades internamente e parcerias estratégicas externamente."

Nos últimos cinco anos, o Irã se tornou um ator político importante no Iraque, nutrindo laços com xiitas e outras facções. O país também ampliou sua influência em outros pontos do mundo árabe, por meio de alianças com a Síria, com o Hezbollah libanês e com o Hamas palestino.

Aliados árabes dos EUA, como Arábia Saudita, Egito e Jordânia, estão alarmados com a ascensão do Irã, mas, depois do caótico resultado do Iraque, temem que uma eventual ação militar norte-americana contra Teerã provoque mais instabilidade.

Psicologicamente, o Irã parece em vantagem. "Não importa quais coisas politicamente corretas digamos, o mundo árabe demonstrou muito medo, receio e ansiedade com o Irã, enquanto para o Irã a recíproca não é a mesma", disse Nasr.

A possibilidade de ataques norte-americanos ao Irã diminuiu sensivelmente quando uma Estimativa Nacional de Inteligência dos EUA, divulgada em dezembro, admitia surpreendentemente que Teerã abandonou a busca por armas nucleares desde 2003 e provavelmente não a retomou desde então.

(de http://www.estadao.com.br/internacional/not_int138178,0.htm)

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Irã ocupa espaço dos EUA em país da América do Sul

O que os EUA deveriam ter feito após os atentados de 11/09? Ir à guerra, como fizeram, aumentando o ódio? Não! Deveriam, mais do que nunca, ter distribuído amor pelo mundo! Ajuda humanitária, comida, escolas... Deveriam ter retribuído o mal com o bem!
Mas não! Retribuiram o mal com um mal maior ainda! Quantos iraquianos já morreram após a invasão baseada em mentiras? E quantos pobres soldados estadunidenses?
Pois vejam:

Irã instalará canal de TV para toda a América Latina na Bolívia

Porta-voz presidencial diz que Evo já havia discutido o assunto com o presidente do Irã no ano passado

Agência Estado e Associated Press
LA PAZ - O presidente boliviano Evo Morales anunciou nesta terça-feira, 19, durante uma reunião de produtores de coca da região do Chapare, que o Irã planeja abrir um canal de televisão "para toda a América Latina" e o instalará na Bolívia.

O líder boliviano, que na segunda, 18, foi reeleito presidente do maior sindicato de cocaleiros do país pelos produtores de Chapare, não entrou em detalhes sobre a possível programação do canal.

Durante o encontro em Cochabamba, Evo declarou apenas que a estação será destinada "a toda a Bolívia, a toda a América Latina, reconhecendo a grande luta desse movimento camponês".

Mais tarde, Alex Contreras, porta-voz presidencial, afirmou que Evo já havia conversado sobre o assunto com o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, durante uma visita do iraniano à Bolívia no ano passado e comentou que o canal ainda se encontra em fase de planejamento.

Durante a visita no ano passado, Ahmadinejad prometeu investimentos iranianos no valor de US$ 1 bilhão na Bolívia, especialmente no desenvolvimento da indústria de gás e petróleo e na melhora da infra-estrutura do país sul-americano.
(de http://www.estadao.com.br/internacional/not_int127111,0.htm)