O que dizer? Realmente é ridículo!
"Ri ao ouvir embaixador dizer que Barajas não é prisão", diz brasileiro
GABRIELA MANZINI
da Folha Online
Rir foi a reação que o publicitário Mirton de Paula, 35, disse ter tido ao saber que o embaixador da Espanha no Brasil, Ricardo Peidró, disse que os brasileiros retidos no aeroporto de Barajas, em Madri, "não estão, de modo algum, em situação de detenção ou de prisão". "Isso não é verdade. Nem acesso à advogada que minha família tinha contratado na Espanha eu tive. Sofri uma pressão psicológica terrível."
O publicitário chegou a Madri em um vôo da BRA no dia 28 de maio de 2007, determinado a visitar amigos em Madri, Barcelona (Espanha) e França. O amigo que estava com ele, caucasiano, não teve problemas, mas ele, mulato, ficou retido. "Quando entrei no alojamento, vi que era um navio negreiro. Havia dois ou três brancos."
Arquivo Pessoal
Mirton de Paula, na França, um mês depois de ser barrado na Espanha
Ele diz que chegou a Madri com 1.200 euros, dois cartões de crédito internacionais recém-emitidos e uma carta-convite de um amigo da França, ratificada pelo governo francês. O primeiro procedimento foi passar por uma entrevista --"uma farsa", diz ele. Ao final, ele foi informado de que teria que retornar ao Brasil --uma semana depois.
"Eu fiquei desesperado de pensar em ficar uma semana lá [porque a BRA tinha apenas vôos semanais]. Na hora eu puxei o dinheiro e disse que queria comprar uma passagem para um vôo que saísse antes, pedi que pusessem no meu cartão. Nada adiantou. Eles disseram que eu tinha que voltar com a mesma companhia que havia ido. Depois, perguntei porque eu tinha sido barrado, e a funcionária respondeu 'mala suerte' ['azar', em espanhol]."
Na semana em que permaneceu trancado no aeroporto, Paula não pôde mexer na bagagem --teve que ficar com a mesma roupa e tomar banho com o sabonete usado para lavar mãos-- e foi obrigado a comer e dormir na hora determinada pelos guardas. "Eles batem na cama de metal e gritam 'desayuno, desayuno', como quem diz 'quem não comer vai ficar com fome'."
"Eu fiquei sem ação, sempre pensando que poderia ser morto se abusasse demais, se fosse agressivo de alguma forma. Os guardas seguravam as pessoas pelo braço, gritavam. Eu vi um garoto brasileiro de 5 anos sendo chamado de 'porco brasileiro' por ter demorado para pegar uma maçã que caíra no chão."
Depois da experiência do confinamento e de ser escoltado até o avião, Paulo afirma que não volta para a Espanha "nem pago". "Meu conselho é para ignorarem e irem para outro canto."
Por telefone, a reportagem não conseguiu entrar em contato com a assessoria de imprensa da Embaixada da Espanha no Brasil, em Brasília.
(de http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u380425.shtml)
terça-feira, 11 de março de 2008
ANÁLISE-Guerras de Bush ajudaram ascensão regional do Irã
Isso deixa a quem contente?
ANÁLISE-Guerras de Bush ajudaram ascensão regional do Irã
ALISTAR LYON - REUTERS
TEERÃ - Cinco anos depois, o Irã pode agradecer os Estados Unidos por derrotarem inimigos regionais de Teerã e involuntariamente ajudar a transformar a República Islâmica numa potência regional.
Primeiro os militares dos EUA derrubaram, no final de 2001, o regime islâmico afegão do Taliban, que também era inimigo do regime xiita de Teerã. Depois, em 2003, a invasão do Iraque pôs fim ao longo governo de Saddam Hussein, arquiinimigo dos iranianos.
"A remoção desses dois regimes sem que fossem sucedidos por Estados poderosos beneficiou enormemente o Irã e abriu a cotoveladas espaço para o Irã espalhar sua influência", disse Vali Nasr, pesquisador-sênior do Conselho de Relações Exteriores, de Washington.
Mas o Irã não pode descartar totalmente uma ação militar norte-americana para destruir suas instalações nucleares, e a economia do país, muito dependente do petróleo, pode se mostrar vulnerável dentro de alguns anos, embora atualmente vá de vento em popa.
Com o colapso do Exército iraquiano, em 2003, o Irã ficou sem um rival militar regional à altura, o que enfraquece o mundo árabe (ao qual Teerã não pertence) e seus governos, majoritariamente sunitas.
A bonança do preço do petróleo também alimenta a sensação de poderio da República Islâmica, e o presidente Mahmoud Ahmadinejad continua desafiando o Ocidente com seu programa nuclear, apesar das sanções impostas pela Organização das Nações Unidas (ONU).
"A cada 24 horas estamos ganhando 270 milhões em moedas fortes, uma quantia mágica", disse o economista iraniano Saeed Leylaz. "O Irã pode transferir os seus petrodólares para comprar lealdades internamente e parcerias estratégicas externamente."
Nos últimos cinco anos, o Irã se tornou um ator político importante no Iraque, nutrindo laços com xiitas e outras facções. O país também ampliou sua influência em outros pontos do mundo árabe, por meio de alianças com a Síria, com o Hezbollah libanês e com o Hamas palestino.
Aliados árabes dos EUA, como Arábia Saudita, Egito e Jordânia, estão alarmados com a ascensão do Irã, mas, depois do caótico resultado do Iraque, temem que uma eventual ação militar norte-americana contra Teerã provoque mais instabilidade.
Psicologicamente, o Irã parece em vantagem. "Não importa quais coisas politicamente corretas digamos, o mundo árabe demonstrou muito medo, receio e ansiedade com o Irã, enquanto para o Irã a recíproca não é a mesma", disse Nasr.
A possibilidade de ataques norte-americanos ao Irã diminuiu sensivelmente quando uma Estimativa Nacional de Inteligência dos EUA, divulgada em dezembro, admitia surpreendentemente que Teerã abandonou a busca por armas nucleares desde 2003 e provavelmente não a retomou desde então.
(de http://www.estadao.com.br/internacional/not_int138178,0.htm)
ANÁLISE-Guerras de Bush ajudaram ascensão regional do Irã
ALISTAR LYON - REUTERS
TEERÃ - Cinco anos depois, o Irã pode agradecer os Estados Unidos por derrotarem inimigos regionais de Teerã e involuntariamente ajudar a transformar a República Islâmica numa potência regional.
Primeiro os militares dos EUA derrubaram, no final de 2001, o regime islâmico afegão do Taliban, que também era inimigo do regime xiita de Teerã. Depois, em 2003, a invasão do Iraque pôs fim ao longo governo de Saddam Hussein, arquiinimigo dos iranianos.
"A remoção desses dois regimes sem que fossem sucedidos por Estados poderosos beneficiou enormemente o Irã e abriu a cotoveladas espaço para o Irã espalhar sua influência", disse Vali Nasr, pesquisador-sênior do Conselho de Relações Exteriores, de Washington.
Mas o Irã não pode descartar totalmente uma ação militar norte-americana para destruir suas instalações nucleares, e a economia do país, muito dependente do petróleo, pode se mostrar vulnerável dentro de alguns anos, embora atualmente vá de vento em popa.
Com o colapso do Exército iraquiano, em 2003, o Irã ficou sem um rival militar regional à altura, o que enfraquece o mundo árabe (ao qual Teerã não pertence) e seus governos, majoritariamente sunitas.
A bonança do preço do petróleo também alimenta a sensação de poderio da República Islâmica, e o presidente Mahmoud Ahmadinejad continua desafiando o Ocidente com seu programa nuclear, apesar das sanções impostas pela Organização das Nações Unidas (ONU).
"A cada 24 horas estamos ganhando 270 milhões em moedas fortes, uma quantia mágica", disse o economista iraniano Saeed Leylaz. "O Irã pode transferir os seus petrodólares para comprar lealdades internamente e parcerias estratégicas externamente."
Nos últimos cinco anos, o Irã se tornou um ator político importante no Iraque, nutrindo laços com xiitas e outras facções. O país também ampliou sua influência em outros pontos do mundo árabe, por meio de alianças com a Síria, com o Hezbollah libanês e com o Hamas palestino.
Aliados árabes dos EUA, como Arábia Saudita, Egito e Jordânia, estão alarmados com a ascensão do Irã, mas, depois do caótico resultado do Iraque, temem que uma eventual ação militar norte-americana contra Teerã provoque mais instabilidade.
Psicologicamente, o Irã parece em vantagem. "Não importa quais coisas politicamente corretas digamos, o mundo árabe demonstrou muito medo, receio e ansiedade com o Irã, enquanto para o Irã a recíproca não é a mesma", disse Nasr.
A possibilidade de ataques norte-americanos ao Irã diminuiu sensivelmente quando uma Estimativa Nacional de Inteligência dos EUA, divulgada em dezembro, admitia surpreendentemente que Teerã abandonou a busca por armas nucleares desde 2003 e provavelmente não a retomou desde então.
(de http://www.estadao.com.br/internacional/not_int138178,0.htm)
Guerra do Iraque custará ao menos US$ 3 trilhões aos EUA, diz economista
Isso deixa a quem contente?
Guerra do Iraque custará ao menos US$ 3 trilhões aos EUA, diz economista
da France Presse, em Washington
A Guerra no Iraque custará ao menos US$ 3 trilhões (cerca de R$ 5 trilhões) aos Estados Unidos, afirma o prêmio Nobel de Economia americano Joseph Stiglitz em seu novo livro, publicado recentemente.
"O custo das operações militares americanas --sem levar em conta os gastos a longo prazo, como cuidados com os ex-combatentes-- já supera o custo da guerra do Vietnã, que durou 12 anos, e representa mais que o dobro do que custou a guerra da Coréia", segundo o livro "The Three Trillion Dollar War: The True Cost of the Iraq Conflict" ("A guerra de três trilhões de dólares: o verdadeiro custo do conflito no Iraque").
O cálculo feito por seus autores, Stiglitz e Linda Bilmes, professora da Universidade Harvard, é muito superior ao divulgado pelo gabinete de orçamento do Congresso americano, cuja estimativa de gastos relativos às guerras empreendidas pelos Estados Unidos até 2017 fica entre US$ 1,2 e US$ 1,7 trilhão de dólares.
Após cinco anos de campanha no Iraque, o gasto da guerra deverá aumentar para mais de US$ 12,5 bilhões por mês em 2008, contra US$ 4,4 bilhões em 2003. Com a guerra no Afeganistão, o total alcança US$ 16 bilhões mensais, o equivalente ao orçamento da ONU, segundo os autores.
Stiglitz e Bilmes apontam para o fato de que a administração do presidente George W. Bush não leva em consideração em seus cálculos elementos críticos como as ofertas de bônus para atrair e manter recrutas no Exército, o custo da cobertura de saúde dos ex-combatentes e as pensões às famílias daqueles que morreram na guerra.
(de http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u380587.shtml)
Guerra do Iraque custará ao menos US$ 3 trilhões aos EUA, diz economista
da France Presse, em Washington
A Guerra no Iraque custará ao menos US$ 3 trilhões (cerca de R$ 5 trilhões) aos Estados Unidos, afirma o prêmio Nobel de Economia americano Joseph Stiglitz em seu novo livro, publicado recentemente.
"O custo das operações militares americanas --sem levar em conta os gastos a longo prazo, como cuidados com os ex-combatentes-- já supera o custo da guerra do Vietnã, que durou 12 anos, e representa mais que o dobro do que custou a guerra da Coréia", segundo o livro "The Three Trillion Dollar War: The True Cost of the Iraq Conflict" ("A guerra de três trilhões de dólares: o verdadeiro custo do conflito no Iraque").
O cálculo feito por seus autores, Stiglitz e Linda Bilmes, professora da Universidade Harvard, é muito superior ao divulgado pelo gabinete de orçamento do Congresso americano, cuja estimativa de gastos relativos às guerras empreendidas pelos Estados Unidos até 2017 fica entre US$ 1,2 e US$ 1,7 trilhão de dólares.
Após cinco anos de campanha no Iraque, o gasto da guerra deverá aumentar para mais de US$ 12,5 bilhões por mês em 2008, contra US$ 4,4 bilhões em 2003. Com a guerra no Afeganistão, o total alcança US$ 16 bilhões mensais, o equivalente ao orçamento da ONU, segundo os autores.
Stiglitz e Bilmes apontam para o fato de que a administração do presidente George W. Bush não leva em consideração em seus cálculos elementos críticos como as ofertas de bônus para atrair e manter recrutas no Exército, o custo da cobertura de saúde dos ex-combatentes e as pensões às famílias daqueles que morreram na guerra.
(de http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u380587.shtml)
sexta-feira, 7 de março de 2008
Oito espanhóis são barrados no aeroporto de Salvador (BA)
Quando fui a New York City, antes dos atentados de 11/09, fui extremamente mal-tratado pelo funcionário do aeroporto. Ele "se achava"! Agora são os espanhóis... Reciprocidade neles! Chega de arrogância!
Oito espanhóis são barrados no aeroporto de Salvador (BA)
Publicidade
da Folha Online
A Polícia Federal impediu nesta quinta-feira (6) a entrada de oito espanhóis que tentavam desembarcar no aeroporto internacional de Salvador (Bahia), segundo reportagem do "Jornal da Globo".
Cinco homens e três mulheres foram barrados ao desembarcarem, por volta das 21h15, em um vôo da Air Europa. Eles foram enviados de volta às 23h30.
A PF alegou que alguns dos espanhóis apresentavam irregularidades na documentação e outros não haviam declarado o dinheiro que traziam ao país.
O Itamaraty anunciou nesta quinta-feira (6) que estuda adotar medidas de retaliação ao governo espanhol pela detenção de brasileiros no aeroporto de Barajas, Madri.
Nesta quarta, outros dois brasileiros foram impedidos de entrar na Espanha para escala rumo a Portugal. Os dois estudantes de mestrado deveriam apresentar trabalhos em um congresso de ciências sociais em Lisboa.
O número de brasileiros barrados no aeroporto aumentou mais de 20 vezes em um ano e meio, de acordo com dados da embaixada do Brasil na Espanha. Só em fevereiro deste ano, 452 brasileiros foram impedidos de entrar no país.
A reciprocidade diplomática é a adoção por um país de medidas iguais às impostas por outro Estado aos seus cidadãos. Ou seja, como a Espanha barra cidadãos brasileiros em seu território, o Brasil passaria a fazer o mesmo com os espanhóis no Brasil.
O princípio da reciprocidade já foi adotado em 2004 pelo Brasil, mas em retaliação aos Estados Unidos. Um juiz federal determinou que todos os norte-americanos que entrassem no Brasil deveriam ser fotografados e fichados, mesmo procedimento adotado em relação aos brasileiros nos Estados Unidos.
A medida causou protestos de entidades ligadas ao turismo e até a detenção do piloto Dale Robbin Hersh, que no momento da foto segurou o papel com seu número de identificação mostrando o dedo médio. Hersh pagou multa de R$ 36 mil e foi deportado.
(de http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u379493.shtml)
Oito espanhóis são barrados no aeroporto de Salvador (BA)
Publicidade
da Folha Online
A Polícia Federal impediu nesta quinta-feira (6) a entrada de oito espanhóis que tentavam desembarcar no aeroporto internacional de Salvador (Bahia), segundo reportagem do "Jornal da Globo".
Cinco homens e três mulheres foram barrados ao desembarcarem, por volta das 21h15, em um vôo da Air Europa. Eles foram enviados de volta às 23h30.
A PF alegou que alguns dos espanhóis apresentavam irregularidades na documentação e outros não haviam declarado o dinheiro que traziam ao país.
O Itamaraty anunciou nesta quinta-feira (6) que estuda adotar medidas de retaliação ao governo espanhol pela detenção de brasileiros no aeroporto de Barajas, Madri.
Nesta quarta, outros dois brasileiros foram impedidos de entrar na Espanha para escala rumo a Portugal. Os dois estudantes de mestrado deveriam apresentar trabalhos em um congresso de ciências sociais em Lisboa.
O número de brasileiros barrados no aeroporto aumentou mais de 20 vezes em um ano e meio, de acordo com dados da embaixada do Brasil na Espanha. Só em fevereiro deste ano, 452 brasileiros foram impedidos de entrar no país.
A reciprocidade diplomática é a adoção por um país de medidas iguais às impostas por outro Estado aos seus cidadãos. Ou seja, como a Espanha barra cidadãos brasileiros em seu território, o Brasil passaria a fazer o mesmo com os espanhóis no Brasil.
O princípio da reciprocidade já foi adotado em 2004 pelo Brasil, mas em retaliação aos Estados Unidos. Um juiz federal determinou que todos os norte-americanos que entrassem no Brasil deveriam ser fotografados e fichados, mesmo procedimento adotado em relação aos brasileiros nos Estados Unidos.
A medida causou protestos de entidades ligadas ao turismo e até a detenção do piloto Dale Robbin Hersh, que no momento da foto segurou o papel com seu número de identificação mostrando o dedo médio. Hersh pagou multa de R$ 36 mil e foi deportado.
(de http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u379493.shtml)
quinta-feira, 6 de março de 2008
Garoto de 8 anos é aprovado em direito
Se um garoto de 8 anos foi aprovado, e, como dizem seus pais, "não é super-dotado", então tem algo errado aí no vestibular... Ou no nível dos outros vestibulandos, he, he, he!
Garoto de 8 anos é aprovado em direito
SEBASTIÃO MONTALVÃO
Colaboração para a Agência Folha, em Goiânia
Ele tem apenas oito anos, mas acaba de ser aprovado no vestibular para o curso de direito da Unip (Universidade Paulista) em Goiânia (GO).
João Victor Portellinha, que está dois anos adiantado na escola --no quinto ano do ensino fundamental em um colégio particular--, acaba de passar como "treineiro" na Unip.
As provas foram realizadas na última sexta. O resultado foi divulgado na segunda, e ontem mesmo a mãe do garoto efetivou a matrícula. O caso, no entanto, deve parar na Justiça. É que, mesmo tendo matriculado o jovem calouro, a Unip diz que não será possível o ingresso do garoto na turma de adultos. O dinheiro pago, segundo a faculdade, será devolvido à família.
Os pais dizem que pretendem recorrer à Justiça. Eles se dizem surpresos com a aprovação, mas orgulhosos do desempenho do filho.
"Não vejo maiores problemas no fato de ele freqüentar as aulas. E ele mostrou no vestibular que tem condições de participar do curso, assim como todos que fizeram a prova e foram aprovados", diz o pai, o empresário William Ribeiro de Oliveira, que está no segundo ano de direito da mesma Unip.
A mãe, a arquiteta Maristela Ribeiro, também apoia a idéia. "É um sonho dele e vamos correr atrás."
Segundo a mãe, ele não é superdotado. "É um menino comum. É muito dedicado, gosta de ler e estudar. Mas brinca, se diverte e faz amigos." O objetivo dele agora é ser juiz federal.
A OAB (Ordem do Advogados do Brasil) de Goiás diz que há preocupação com o fato de o garoto de apenas oito anos ter passado no vestibular e diz que irá estabelecer maior rigor na fiscalização. Segundo a entidade, há uma "mercantilização do ensino jurídico".
Já a Unip diz que "o desempenho do estudante, levando em consideração sua idade e sua escolaridade, foi bom, especialmente na prova de redação, em que revelou boa capacidade de expressão e manejo eficiente da língua".
(de http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u379131.shtml)
Garoto de 8 anos é aprovado em direito
SEBASTIÃO MONTALVÃO
Colaboração para a Agência Folha, em Goiânia
Ele tem apenas oito anos, mas acaba de ser aprovado no vestibular para o curso de direito da Unip (Universidade Paulista) em Goiânia (GO).
João Victor Portellinha, que está dois anos adiantado na escola --no quinto ano do ensino fundamental em um colégio particular--, acaba de passar como "treineiro" na Unip.
As provas foram realizadas na última sexta. O resultado foi divulgado na segunda, e ontem mesmo a mãe do garoto efetivou a matrícula. O caso, no entanto, deve parar na Justiça. É que, mesmo tendo matriculado o jovem calouro, a Unip diz que não será possível o ingresso do garoto na turma de adultos. O dinheiro pago, segundo a faculdade, será devolvido à família.
Os pais dizem que pretendem recorrer à Justiça. Eles se dizem surpresos com a aprovação, mas orgulhosos do desempenho do filho.
"Não vejo maiores problemas no fato de ele freqüentar as aulas. E ele mostrou no vestibular que tem condições de participar do curso, assim como todos que fizeram a prova e foram aprovados", diz o pai, o empresário William Ribeiro de Oliveira, que está no segundo ano de direito da mesma Unip.
A mãe, a arquiteta Maristela Ribeiro, também apoia a idéia. "É um sonho dele e vamos correr atrás."
Segundo a mãe, ele não é superdotado. "É um menino comum. É muito dedicado, gosta de ler e estudar. Mas brinca, se diverte e faz amigos." O objetivo dele agora é ser juiz federal.
A OAB (Ordem do Advogados do Brasil) de Goiás diz que há preocupação com o fato de o garoto de apenas oito anos ter passado no vestibular e diz que irá estabelecer maior rigor na fiscalização. Segundo a entidade, há uma "mercantilização do ensino jurídico".
Já a Unip diz que "o desempenho do estudante, levando em consideração sua idade e sua escolaridade, foi bom, especialmente na prova de redação, em que revelou boa capacidade de expressão e manejo eficiente da língua".
(de http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u379131.shtml)
70% dos americanos desaprovam imagem dos EUA, diz pesquisa
Até mesmo eles se deram conta!
70% dos americanos desaprovam imagem dos EUA, diz pesquisa
Número de insatisfeitos dobrou desde o início da era Bush; é o maior índice desde a época da guerra do Vietnã
Associated Press
WASHINGTON - Uma nova pesquisa divulgada nesta quarta-feira, 5, indicou que cerca de 70% dos americanos estão insatisfeitos com a imagem externa norte-americana.
O resultado indica mais do que o dobro do número de pessoas que se declararam insatisfeitas no início da administração Bush, e é maior que o índice verificado durante a guerra do Vietnã.
A pesquisa foi divulgada após os pré-candidatos presidenciais democratas acusarem o presidente dos EUA, George W. Bush, de enfraquecer os rumos da América.
Americanos que acreditam que a imagem dos Estados Unidos é positiva no mundo decaiu de 75% no começo de 2001 para 43% nas pesquisas deste ano.
A maioria dos republicanos dizem estar satisfeitos com a imagem externa dos EUA, enquanto 85% dos democratas se dizem insatisfeitos.
Outra pesquisa mostrou que a maioria dos americanos vêem a China de forma negativa. Há um ano, 48% da população tinha uma imagem não favorável do país - neste ano, o índice negativo subiu para 55%.
As pesquisas foram feitas durante 11 e 14 de fevereiro, entrevistando mais de mil adultos nos Estados Unidos. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.
Outro estudo indicou que o Canadá, o Reino Unido, a Alemanha e o Japão são os países mais bem avaliados pelos americanos; o Iraque, a Coréia do Norte e o Irã aparecem no fim da lista dos 22 países citados.
(de http://www.estadao.com.br/internacional/not_int135433,0.htm)
70% dos americanos desaprovam imagem dos EUA, diz pesquisa
Número de insatisfeitos dobrou desde o início da era Bush; é o maior índice desde a época da guerra do Vietnã
Associated Press
WASHINGTON - Uma nova pesquisa divulgada nesta quarta-feira, 5, indicou que cerca de 70% dos americanos estão insatisfeitos com a imagem externa norte-americana.
O resultado indica mais do que o dobro do número de pessoas que se declararam insatisfeitas no início da administração Bush, e é maior que o índice verificado durante a guerra do Vietnã.
A pesquisa foi divulgada após os pré-candidatos presidenciais democratas acusarem o presidente dos EUA, George W. Bush, de enfraquecer os rumos da América.
Americanos que acreditam que a imagem dos Estados Unidos é positiva no mundo decaiu de 75% no começo de 2001 para 43% nas pesquisas deste ano.
A maioria dos republicanos dizem estar satisfeitos com a imagem externa dos EUA, enquanto 85% dos democratas se dizem insatisfeitos.
Outra pesquisa mostrou que a maioria dos americanos vêem a China de forma negativa. Há um ano, 48% da população tinha uma imagem não favorável do país - neste ano, o índice negativo subiu para 55%.
As pesquisas foram feitas durante 11 e 14 de fevereiro, entrevistando mais de mil adultos nos Estados Unidos. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.
Outro estudo indicou que o Canadá, o Reino Unido, a Alemanha e o Japão são os países mais bem avaliados pelos americanos; o Iraque, a Coréia do Norte e o Irã aparecem no fim da lista dos 22 países citados.
(de http://www.estadao.com.br/internacional/not_int135433,0.htm)
Projeto reconhece profissões de TI, mas exclui criação de conselhos
E quem, como eu, já trabalha com informática há 40 anos e exerce o cargo de analista de sistemas há mais de 5 anos, embora ná tenha nenhum curso na área?
Com quinze anos de idade montei meu primeiro flip-flop, com 17 escrevi meu primeiro programa em linguagem de máquina...
Projeto reconhece profissões de TI, mas exclui criação de conselhos
Quarta-feira, 05 de Março de 2008, 19h25
A Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (5/3), parecer favorável do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) ao projeto de lei que regulamenta o exercício das profissões de analista de sistemas e técnico de informática. A proposta é de autoria do senador Expedito Júnior (PR-RO) e agora será encaminhada à Comissão de Assuntos Sociais (CAS), na qual receberá decisão terminativa.
O parecer de Azeredo excluiu da proposta original (projeto de lei 607/07), por sugestão do senador Renato Casagrande (PSB-ES), a possibilidade de criação de conselhos federal e regional de informática. Casagrande lembrou, ao explicar que a proposição continha um vício de iniciativa, que conselhos federais são autarquias e a concepção desses órgãos é prerrogativa do Poder Executivo.
O senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) observou que, caso fosse aprovado prevendo a criação dos conselhos de informática, o projeto seria vetado pela Presidência da República. O senador sugeriu que analistas de sistemas e técnicos de informática poderão optar pelo vínculo a algum conselho ou confederação já existente com o qual a profissão tenha pertinência.
De acordo com a proposta, a profissão de analista de sistemas somente poderá ser exercida por pessoas que possuam diploma de nível superior em análise de sistemas, ciência da computação ou processamento de dados. Já para desempenhar a função de técnico de informática, o projeto determina a comprovação de diploma de ensino médio ou equivalente de curso técnico de Informática ou de programação de computadores. Esses diplomas devem ser expedidos por escolas oficiais ou reconhecidas, ainda de acordo com o projeto.
"É desse profissional que se espera o cumprimento de normas éticas e a colaboração efetiva para que haja segurança nas comunicações e o respeito às normas legais, civis e criminais aplicáveis à atividade", ressalta Azeredo em seu relatório.
Com informações da Agência Senado. Da Redação
(de http://www.tiinside.com.br/Filtro.asp?C=265&ID=86125)
Com quinze anos de idade montei meu primeiro flip-flop, com 17 escrevi meu primeiro programa em linguagem de máquina...
Projeto reconhece profissões de TI, mas exclui criação de conselhos
Quarta-feira, 05 de Março de 2008, 19h25
A Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (5/3), parecer favorável do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) ao projeto de lei que regulamenta o exercício das profissões de analista de sistemas e técnico de informática. A proposta é de autoria do senador Expedito Júnior (PR-RO) e agora será encaminhada à Comissão de Assuntos Sociais (CAS), na qual receberá decisão terminativa.
O parecer de Azeredo excluiu da proposta original (projeto de lei 607/07), por sugestão do senador Renato Casagrande (PSB-ES), a possibilidade de criação de conselhos federal e regional de informática. Casagrande lembrou, ao explicar que a proposição continha um vício de iniciativa, que conselhos federais são autarquias e a concepção desses órgãos é prerrogativa do Poder Executivo.
O senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) observou que, caso fosse aprovado prevendo a criação dos conselhos de informática, o projeto seria vetado pela Presidência da República. O senador sugeriu que analistas de sistemas e técnicos de informática poderão optar pelo vínculo a algum conselho ou confederação já existente com o qual a profissão tenha pertinência.
De acordo com a proposta, a profissão de analista de sistemas somente poderá ser exercida por pessoas que possuam diploma de nível superior em análise de sistemas, ciência da computação ou processamento de dados. Já para desempenhar a função de técnico de informática, o projeto determina a comprovação de diploma de ensino médio ou equivalente de curso técnico de Informática ou de programação de computadores. Esses diplomas devem ser expedidos por escolas oficiais ou reconhecidas, ainda de acordo com o projeto.
"É desse profissional que se espera o cumprimento de normas éticas e a colaboração efetiva para que haja segurança nas comunicações e o respeito às normas legais, civis e criminais aplicáveis à atividade", ressalta Azeredo em seu relatório.
Com informações da Agência Senado. Da Redação
(de http://www.tiinside.com.br/Filtro.asp?C=265&ID=86125)
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